quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Doce rotina

Acordei mais tarde hoje, mas nem por isso deixei de ir a acadêmia. Tô falando, a coisa é séria. Consegui arrastar meu digníssimo Maridão, e ele foi, reclamando, mas foi. Chegando lá, quase morremos, óbvio. Pessoas com mais de 30% de massa de gordura corporal quase morrem em acadêmias. Mas isso é passageiro. Daqui uns meses eu vou dizer "quando eu comecei a fazer exercícios, quase morria..." Depois, levamos o carro pra lavar, demos uma volta no comércio da quadra e fomos pra casa. E como é doce chegar em casa quando se tem filhos. A Catchintcha no auge dos seus 6 meses, abre aquele sorrisão mais lindo de dois dentinhos. O Gotosinho é aquele grude. Quer ver tevê junto, quer almoçar do lado, e depois não quer que saiamos pra trabalhar. Mas a gente tem que trabalhar, pra ter comida gostosa no almoço, pra poder fazer festa de aniversário, pra levá-lo na escolinha legal, pra poder comprar roupinha nova, pra poder comprar brinquedo, pra viajar pra praia. Aí ele entende e fica numa boa. E a gente também sai numa boa, sem chororo.
E eu sei que quando eu voltar pra casa, depois do trabalho, eles vão estar lá, do mesmo jeito. Ou, quando muito, imundos, brincando na areia do parquinho, e chorando pra não ir embora pra casa. Mas tudo é doce, e tudo faz parte.

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