Ontem tive a primeira aula prática do ano. Estou no meu 4º semestre de gastrônomia, o ultimo, e as coisas começaram a apertar de verdade.
Mas o incrível dessa primeira aula, fora a dificuldade e a cobrança muito maior, foi o efeito que ela teve no meu organismo, de noite. Explico. Foi uma aula em que tivemos que fazer 10 pratos iguais, meio que para treinar para evento. Cada grupo fez um prato diferente. Grupo 1: entrada com peixe. Grupo 2: primeiro prato com frango. Grupo 3 (o meu): segundo prato com coelho. Os ingredientes eram somente os que tinham na cozinha, e tudo surpresa, descobrimos na hora e tivemos que pensar na hora no que fazer. Confeço que não foi o melhor resultado do curso até agora, mas no final ficou gostoso.
Só que o professor disse que a gente tinha que fazer um intercâmbio na sala, e cada grupo provar o que todo mundo fez, palpitar, perguntar sobre as técnicas usadas e tals. Beleza, lá fui eu provar de tudo. Não eram pratos grandes, porque lá a gente deve fazer tudo pensando que "menos é mais". Então os pratos são bem delicados mesmo. Mas misturar peixe com molho de espinafre, frango com molho de nozes, e coelho em cama de vegetais, foi bombástico.
Como eu disse, o problema não foi a quantidade de comida, até porque quando eu cheguei em casa também não comi mais nada. Só bebi água até a hora de dormir. Mas na hora de dormir... Fui pra cama meia noite e meia mais ou menos, fechei os olhos e dormi rapidinho, como de costume. Porém, quando deu umas três e meia da manhã, meu corpo começou a reclamar, foi dando aquela ansia, e eu já não conseguia mais dormir em paz. Até umas quarto e meia fiquei naquela coisa de vou não vou no banheiro. Decidi tomar um digesan. Meia hora depois não teve jeito. Comecei a bufar, e sentir aquela coisa vindo. Prendi meu cabelo, corri pro banheiro, enfiei a cara no vaso, pra dar uma acelerada no processo, e aquela agonia começou a piorar, mas finalmente foi embora de uma vez, chamando o "raul'. Hahahahahhahahahhhaha...
Tá engraçado agora, mas ontem, durante todo o processo foi horrível. Triste, deprimente. Vomitar é uma das piores sensações da vida, tipo um fora, só que ao contrário.
Acho que nas próximas aulas não vai dá pra rolar esse intercâmbio de pratos. Pelo menos não pra mim. Porque o estrago foi grande. Tô me sentindo meio mole até agora. E pra quem estiver lendo. Faça o favor de nunca misturar tantas coisas diferentes e tão fortes em uma só refeição. Mesmo que seja tentador!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Novidades
Na verdade eu nem diria novidades. Porque quem me conhece já sabe das coisas que estãoa contecendo. Mas a necessidade de verbalizar é grande. Então precisei acabar logo com a história da viagem, para poder contar a "novidade".
Minha mãe se mudou para Buenos Aires na terça-feira. E sinceramente acho que só vou vê-la novamente em julho. Claro que pra muita gente que já morou fora, estudou em outra cidade, passou num concurso e foi embora, deve ser a coisa mais natural do mundo morar longe da família. Mas pra mim não é e nunca foi. Eu sempre fiquei aqui. Só saí de casa depois que casei, e quase todos os domingos eu almoço na casa da minha mãe. Meus filhos sempre ficaram muito com a avó, dormiram muitas vezes lá. E sempre foi uma curtição pra eles e pra minha mãe também.
Confeço que essa mudança pode ser boa pra mim. Porque mesmo depois de casada eu ainda me sinto muito depende da minha mãe. Mas tá sofrido viu. Até agora nem tanto, porque ela sempre viajou muito, e como não tem nem uma semana que ela foi, ainda parece só uma viagem. Mas eu sei que daqui uns dias vai começar a apertar no coração.
E quando eu começo a pensar no meu aniversário, dia das mães, feriados em que ela não vai estar aqui nossa... Me dá até um desespero. E o Natal, meu Deus??? O que será do Natal??? Será que eu que vou fazer uma ceia na minha casa agora? Será que eu vou passar na casa de alguém? Será que a família do meu marido vai fazer um Natal esse ano? Nossa, vai ser tão diferente. Não consigo nem pensar direito.
Mas também, em algum momento eu devo me acostumar, né?! Acho que sim. Quem sabe?
Minha mãe se mudou para Buenos Aires na terça-feira. E sinceramente acho que só vou vê-la novamente em julho. Claro que pra muita gente que já morou fora, estudou em outra cidade, passou num concurso e foi embora, deve ser a coisa mais natural do mundo morar longe da família. Mas pra mim não é e nunca foi. Eu sempre fiquei aqui. Só saí de casa depois que casei, e quase todos os domingos eu almoço na casa da minha mãe. Meus filhos sempre ficaram muito com a avó, dormiram muitas vezes lá. E sempre foi uma curtição pra eles e pra minha mãe também.
Confeço que essa mudança pode ser boa pra mim. Porque mesmo depois de casada eu ainda me sinto muito depende da minha mãe. Mas tá sofrido viu. Até agora nem tanto, porque ela sempre viajou muito, e como não tem nem uma semana que ela foi, ainda parece só uma viagem. Mas eu sei que daqui uns dias vai começar a apertar no coração.
E quando eu começo a pensar no meu aniversário, dia das mães, feriados em que ela não vai estar aqui nossa... Me dá até um desespero. E o Natal, meu Deus??? O que será do Natal??? Será que eu que vou fazer uma ceia na minha casa agora? Será que eu vou passar na casa de alguém? Será que a família do meu marido vai fazer um Natal esse ano? Nossa, vai ser tão diferente. Não consigo nem pensar direito.
Mas também, em algum momento eu devo me acostumar, né?! Acho que sim. Quem sabe?
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Resumindo a viagem...
Porque me deu preguiça. Hehehehhehehe...
Bom, o segundo e o terceiro dia foram iguais. A gente acordou cedo, tomou café da manhã com bastante fruta, pães e bolos gostosos, ovos de todas as variedades, e tals... Depois fomos pra piscina do hotel que era show de bola, água quentinha e tals. Ficamos lá até umas 13h, e depois iamos almoçar, tomar banho e descançar com os meninos.
Tudo certinho se não fosse pelo fato de que ao final do terceiro dia, já não dava mais pra eles tomarem sol. Gente, eu juro, que com os meus filhos eu sou a mais preocupada com protetor solar. Ano passado quando fomos para João Pessoa passar as férias, eles não reclamaram um dia sequer de ardencia do sol, e voltaram com uma corzinha linda, mas super saudável. Mas esse sol de Pernambuco me assustou. Foram só dois dias de sol, e nem ficamos o dia todo no sol, porque dormiamos de tarde, mas os dois, principalmente a Catchintcha, estavam completamente vermelhos, pimentões.
Aí tivemos que dar um descanço do sol, e combinamos no quarto dia, ir para Recife passar o dia no shopping, ir no cinema ver Zé Colméia, e voltar só às 17h pro hotel, pra tomar banho e ir jantar.
No dia seguinte voltamos a rotina normal de sol, mas redobrando o cuidado com o protetor, e de tarde procurando outras atividades, como o mini-golf que tinha no hotel, e a gente jogou com os meninos, mas todo mundo devidamente vestido. Hehehehehehhe... No sexto dia, resolvemos ir na vila de Porto de Galinhas, dar uma voltinha e almoçar no famoso Beijupirá. Maridão comprou uma nega linda, pra enfeitar a sala aqui de casa, e eu comi o "prato" da boa lembrança, e o trouxe para casa. Só fomos para a piscina do hotel lás pras 16h nesse dia, e aí ficamos até quase escurescer. Um horário com o sol bem mais tranquilo.
Depois já era nosso ultimo dia. Os meninos já estavam com a pele mais descançada do sol, por conta da quebra desses dois dias, e aí aproveitamos como devia ser mesmo. Muito sol, água, e mais água. Eu peguei uma diarréia, e passei os ultimos dias quase que só na água. O pudim do hotel que virou a minha paixão das férias, eu fiquei totalmente proibida de comer. E só burlei a dieta sem leite, pra comer um bacalhau na nata que teve no ultimo jantar e do qual não me arrependendo nenhum pouco. Estava sensacional!
A volta para Brasília foi tranquila. Mas sempre tem um porém, né?! A TAM teve um problema com o sistema, e ninguém conseguiu reservar o lugar. Por sorte, estávamos com minha sogra que é tem a carteirinha de idoso, e a Catchintcha ainda passa por uma criança bem grande de colo. Aí eu consegui sentar na primeira fileira do avião com o Gotosinho e a filhota, e meu marido e a mãe dele ficaram na saída de emergencia. Gente essa coisa de assento na nossa família é muito importante. Criança dá um trabalho danado, e o meu marido mede 1,95m. Viajar de avião pra ele é uma tortura. Ir ao cinema também. Mas deixa isso pra lá...
Foi bom, voltamos mais cansados do que fomos, o que significa que foi uma ótima viagem em família. Eu só queria férias pra mim agora. Hehehehehhe...
Bom, o segundo e o terceiro dia foram iguais. A gente acordou cedo, tomou café da manhã com bastante fruta, pães e bolos gostosos, ovos de todas as variedades, e tals... Depois fomos pra piscina do hotel que era show de bola, água quentinha e tals. Ficamos lá até umas 13h, e depois iamos almoçar, tomar banho e descançar com os meninos.
Tudo certinho se não fosse pelo fato de que ao final do terceiro dia, já não dava mais pra eles tomarem sol. Gente, eu juro, que com os meus filhos eu sou a mais preocupada com protetor solar. Ano passado quando fomos para João Pessoa passar as férias, eles não reclamaram um dia sequer de ardencia do sol, e voltaram com uma corzinha linda, mas super saudável. Mas esse sol de Pernambuco me assustou. Foram só dois dias de sol, e nem ficamos o dia todo no sol, porque dormiamos de tarde, mas os dois, principalmente a Catchintcha, estavam completamente vermelhos, pimentões.
Aí tivemos que dar um descanço do sol, e combinamos no quarto dia, ir para Recife passar o dia no shopping, ir no cinema ver Zé Colméia, e voltar só às 17h pro hotel, pra tomar banho e ir jantar.
No dia seguinte voltamos a rotina normal de sol, mas redobrando o cuidado com o protetor, e de tarde procurando outras atividades, como o mini-golf que tinha no hotel, e a gente jogou com os meninos, mas todo mundo devidamente vestido. Hehehehehehhe... No sexto dia, resolvemos ir na vila de Porto de Galinhas, dar uma voltinha e almoçar no famoso Beijupirá. Maridão comprou uma nega linda, pra enfeitar a sala aqui de casa, e eu comi o "prato" da boa lembrança, e o trouxe para casa. Só fomos para a piscina do hotel lás pras 16h nesse dia, e aí ficamos até quase escurescer. Um horário com o sol bem mais tranquilo.
Depois já era nosso ultimo dia. Os meninos já estavam com a pele mais descançada do sol, por conta da quebra desses dois dias, e aí aproveitamos como devia ser mesmo. Muito sol, água, e mais água. Eu peguei uma diarréia, e passei os ultimos dias quase que só na água. O pudim do hotel que virou a minha paixão das férias, eu fiquei totalmente proibida de comer. E só burlei a dieta sem leite, pra comer um bacalhau na nata que teve no ultimo jantar e do qual não me arrependendo nenhum pouco. Estava sensacional!
A volta para Brasília foi tranquila. Mas sempre tem um porém, né?! A TAM teve um problema com o sistema, e ninguém conseguiu reservar o lugar. Por sorte, estávamos com minha sogra que é tem a carteirinha de idoso, e a Catchintcha ainda passa por uma criança bem grande de colo. Aí eu consegui sentar na primeira fileira do avião com o Gotosinho e a filhota, e meu marido e a mãe dele ficaram na saída de emergencia. Gente essa coisa de assento na nossa família é muito importante. Criança dá um trabalho danado, e o meu marido mede 1,95m. Viajar de avião pra ele é uma tortura. Ir ao cinema também. Mas deixa isso pra lá...
Foi bom, voltamos mais cansados do que fomos, o que significa que foi uma ótima viagem em família. Eu só queria férias pra mim agora. Hehehehehhe...
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
1º dia de viagem
Tirando que viajamos na quarta-feira e só na segunda eu descobri que o horário do nosso voo era de manhã e não à noite como eu estava pensando, desde o dia em que compramos a viagem, depois da correria pra arrumar as malas e montar a logistica do dia da viagem, ficou tudo bem. Os meninos dormiram na terça-feira na casa daminha mãe, que mora a 7 minutos do aeroporto, enquanto eu moro a meia hora de distância. Eu e maridão fizemos isso porque a agência de turismo recomendou chegar no aeroporto com duas horas e meia de antecedência, e isso pras crianças seria uma eternidade. Então, acordamos cedo, fomos pro aeroporto, fizemos nosso cheking, pegamos a primeira fileira do avião, e fomos buscar as crinças na casa da minha mãe, e deixar nosso carro lá.
Quando chegamos, tommamos café da manhã direitinho, arrumamos os meninos que tinham acabado de acordar, e faltando 50 minutos pro voo, saimos e fomos pro aeroporto de vez. A viagem não teve atrasos, chegamos em Recife na hora certinha, 14h30 do horário local. O Gotosinho sentiu dor de ouvido e fez um "pequeno" escandalo no avião na hora de pousar, mas aí foi só o pai dizer que ia deixá-lo jogar nos joguinhos do iphone, que ele parou na hora, a dor simplesmente desapareceu.
Em Recife, fizemos o translado para o Enotel. Chegando lá, arrumamos as coisas na recepção, fomos pro quarto trocar de roupa e depois corremos pro bar da piscina pra almoçar porque a essa altura, a fome já era enorme. Depois fomos relaxar um pouco na piscinona do hotel e fazer um pequeno reconhecimento de área. E de noite, um jantar delicioso. Até esse início, ainda achavamos que all-inclusive era tudo na vida. Hehehehehehhe...
Quando chegamos, tommamos café da manhã direitinho, arrumamos os meninos que tinham acabado de acordar, e faltando 50 minutos pro voo, saimos e fomos pro aeroporto de vez. A viagem não teve atrasos, chegamos em Recife na hora certinha, 14h30 do horário local. O Gotosinho sentiu dor de ouvido e fez um "pequeno" escandalo no avião na hora de pousar, mas aí foi só o pai dizer que ia deixá-lo jogar nos joguinhos do iphone, que ele parou na hora, a dor simplesmente desapareceu.
Em Recife, fizemos o translado para o Enotel. Chegando lá, arrumamos as coisas na recepção, fomos pro quarto trocar de roupa e depois corremos pro bar da piscina pra almoçar porque a essa altura, a fome já era enorme. Depois fomos relaxar um pouco na piscinona do hotel e fazer um pequeno reconhecimento de área. E de noite, um jantar delicioso. Até esse início, ainda achavamos que all-inclusive era tudo na vida. Hehehehehehhe...
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Cheguei
Isso mesmo, já estou em terras candangas, mas ainda com climinha de férias. Meus filhotes começam a aula hoje já, e eu vou aproveitar esse restinho de semana pra arrumar o que falta pra começar minha vida em 2011 de vez.
Mas quanto a viagem foi tudo ótimo. Claro que foi um excelente momento para descobrir que com crianças de 2 e 5 anos não existe diferença entre resort all inclusive e caldas novas. Pra eles é tudo uma grande piscina mesmo. E pra comprovar que depois das férias dos filhos, eu mereço as férias do casal. Hahahahhahaha...
Durante esses dias vou contando tudo sobre a viagem, e sobre as coisinhas que fizemos lá. Assistimos Zé Colmeia, e eu achei fofo. Eu amava esse desenho quando era criança, e eu acho tão gostoso poder mostrar pelo menos algo parecido pros filhotes. Deixar eles conhecerem um pouco do que era a minha infância. Também fomos ao famoso Beijupira, e eu arrumei meu primeiro prato da boa lembrança, e já avisei que sinto muito, mas vou ter que fechar uma parede da cozinha só com esses pratos. Vou ficar insuportável daqui pra frente caçando restaurantes e mais restaurante pelo resto da vida. Peguei uma diarréia nos ultimos dias de tanto comer peixe e pudim. Estou com um bronzeado sensacional. Vi uma mãe com 4 filhos pequenos, magérrima, sentar tranquila com o marido para tomar um chopinho, enquanto as crianças se comportavam lindamente, o que me deu uma baita inveja. Dormi todos os dias com a Catchintcha, enquanto o Maridão dormia com o Gotosinho. E estou exausta. Acho que terei bastante assunto pela frente.
Mas quanto a viagem foi tudo ótimo. Claro que foi um excelente momento para descobrir que com crianças de 2 e 5 anos não existe diferença entre resort all inclusive e caldas novas. Pra eles é tudo uma grande piscina mesmo. E pra comprovar que depois das férias dos filhos, eu mereço as férias do casal. Hahahahhahaha...
Durante esses dias vou contando tudo sobre a viagem, e sobre as coisinhas que fizemos lá. Assistimos Zé Colmeia, e eu achei fofo. Eu amava esse desenho quando era criança, e eu acho tão gostoso poder mostrar pelo menos algo parecido pros filhotes. Deixar eles conhecerem um pouco do que era a minha infância. Também fomos ao famoso Beijupira, e eu arrumei meu primeiro prato da boa lembrança, e já avisei que sinto muito, mas vou ter que fechar uma parede da cozinha só com esses pratos. Vou ficar insuportável daqui pra frente caçando restaurantes e mais restaurante pelo resto da vida. Peguei uma diarréia nos ultimos dias de tanto comer peixe e pudim. Estou com um bronzeado sensacional. Vi uma mãe com 4 filhos pequenos, magérrima, sentar tranquila com o marido para tomar um chopinho, enquanto as crianças se comportavam lindamente, o que me deu uma baita inveja. Dormi todos os dias com a Catchintcha, enquanto o Maridão dormia com o Gotosinho. E estou exausta. Acho que terei bastante assunto pela frente.
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